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ELE VIU (QUASE) TUDO
 

 

Testemunha de 14 Copas e 10 Jogos Olímpicos, o jornalista esportivo mais experiente do
Brasil faz um retrospecto dos eventos que acompanhou em seus 50 anos de carreira

 

O jornalista Orlando Duarte, 76, já esteve na China, mas não sabe se voltará ao país para os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto de 2008. A primeira visita aconteceu logo após o fim dos Jogos de Seul, na Coréia do Sul, em 1988. Era um sonho desvendar os mistérios da Muralha da China e dos palácios imperiais. “Mas ainda não sei se volto neste ano. Convites eu tenho, mas a China teve esses terremotos. Prefiro pensar mais um pouco”, disse o jornalista nascido em Rancharia, cidade do interior de São Paulo.


Espectador in loco dos Jogos Olímpicos desde a edição realizada no México, em 1968, Duarte acompanhou, de maneira ininterrupta, todas as nove competições subseqüentes, trabalhando para rádios, emissoras de televisão ou jornais do Brasil. Em mais de 50 anos de carreira, acumula lembranças e emoções vividas com as mais variadas modalidades esportivas.


Conhecido também pelos livros que publicou sobre esportes, o jornalista sente-se à vontade para comentar o maior evento esportivo deste ano, em entrevista à Desvendando a História. Além de passar suas impressões sobre a organização dos Jogos de Pequim, Duarte ainda traça um paralelo entre o esporte e a política, assuntos que vivem de braços dados em épocas de grandes competições.

 

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