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Romantizada pela figura
do personagem de cinema
Indiana Jones,
a arqueologia é
fundamental para
atualizar cientificamente
os dados historiográficos
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Após combater
temíveis agentes
secretos soviéticos,
o herói escapa
de uma armadilha
sem danificar um
valioso e raríssimo
artefato maia. De
volta à universidade,
ele exibe o precioso
artefato para
um grupo de acadêmicos
que o pesquisarão
para o bem
da ciência. Um roteiro
parecido tem levado
milhões de espectadores
ao cinema para assistir à
Harrison Ford em Indiana
Jones e o Reino da Caveira de
Cristal (2008, de Steven Spielberg).
Apesar desse caso isolado
e improvável, a arqueologia
tem sim uma importância
fundamental na atualidade: a
maioria dos eventos históricos
da humanidade não seria desvendada
sem o trabalho crucial
do arqueólogo – e o caminho
inverso também é bastante comum.
Com freqüência, arqueólogos
recorrem a textos históricos
em busca de pistas para contar a
saga da humanidade.
Embora o auge da arqueologia
mundial tenha ocorrido no início
do século 20, com a exploração
das Pirâmides do Egito e das civilizações
pré-colombianas na América
Central, algumas descobertas
ainda causam comoção no mundo
científico. Durante obras realizadas
na China para as Olimpíadas
de Pequim, em 2006, por exemplo,
operários encontraram, acidentalmente,
algumas tumbas da
dinastia Ming, datadas do século
5 d.C., contendo moedas de ouro,
cerâmicas e pedras preciosas.
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